As medidas anunciadas pelo governo federal para redução de custos com combustíveis podem ajudar a aliviar temporariamente os efeitos da crise do petróleo. No entanto, estão sendo implementadas de maneira apressada e sem um planejamento adequado, conforme avalia o professor Edmar de Almeida, do Instituto de Energia da PUC-Rio.
Em uma entrevista à CNN, Almeida comentou que as iniciativas não asseguram o congelamento dos preços dos combustíveis, mas buscam reduzir custos na cadeia produtiva para mitigar os aumentos que já estão ocorrendo. “Essas medidas podem ajudar a abrandar o impacto da crise do petróleo, mas não garantem que os preços permanecerão estáveis. Não se trata de um congelamento de preços”, enfatizou.

