Pesquisar

Hegseth afirma que EUA investigam ataque a escola feminina no Irã

Hegseth afirma que EUA investigam ataque a escola feminina no Irã

O trágico ataque em uma escola no Irã levantou questões sobre a responsabilidade das forças envolvidas. O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quarta-feira (4) que estão sendo conduzidas investigações sobre o incidente, que, segundo a mídia estatal iraniana, resultou na morte de mais de cem crianças. Hegseth enfatizou que o governo dos EUA não tem a intenção de atingir civis, sugerindo que a revisão é necessária para compreender o que realmente ocorreu.

O que aconteceu na escola?

No último sábado (28), a escola primária para meninas na cidade de Minab foi alvo de um ataque devastador. A mídia estatal iraniana relatou que vítimas principalmente crianças foram atingidas. Após a tragédia, multidões se reuniram para os funerais, expressando seu luto em homenagens às vítimas. Imagens que circulam nas redes sociais retratam a dor e o desespero da população, chamando a atenção para a gravidade do conflito.

Resposta da ONU e a análise de direitos humanos

O escritório de direitos humanos da ONU pediu uma investigação completa e imparcial sobre o incidente, sem especificar os responsáveis. O Alto Comissário, Volker Turk, classificou o ataque como “absolutamente horrível” e pediu que todas as partes envolvidas busquem soluções de forma pacífica, retornando à mesa de negociações. A porta-voz da ONU, Ravina Shamdasani, também expressou a necessidade de accountability e cautela nas ações militares.

Declarações e reações internacionais

O embaixador iraniano na ONU, Ali Bahreini, considerou o ataque como “injustificável” e “criminoso”, declarando que 150 estudantes morreram. Apesar das alegações, o escritório de Turk não possui informações suficientes para determinar se o ato configurou um crime de guerra. Enquanto isso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reafirmou a postura de que as forças americanas não intencionalmente atingiriam uma escola.

Veja mudança no espaço aéreo do Irã antes e depois de ataques