Conflito EUA-Israel-Irã em Escala Global: Neste sábado (28), os Estados Unidos e Israel realizaram um ataque conjunto ao Irã. O presidente americano, Donald Trump, anunciou “grandes operações de combate”, com a intenção de aniquilar as forças armadas iranianas e destruir seu programa nuclear. Trump destacou que o objetivo da ofensiva é “defender o povo americano” das “ameaças do governo iraniano”. Em um vídeo em sua plataforma Truth Social, ele prometeu desmantelar os mísseis iranianos e garantir que o Irã não tenha acesso a armas nucleares.
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi identificado como alvo do ataque pela mídia e confirmado por fontes próximas à operação militar. Como resposta, o Irã retaliou atacando bases americanas em vários países da região, como os Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, marcando um ataque sem precedentes no Oriente Médio. O conflito envolve também grupos como o Hamas e a Jihad Islâmica, que compõem o “Eixo da Resistência”.
Atuação do Hezbollah no Líbano
O Hezbollah, que se formou em 1982 com apoio iraniano, se tornou um dos principais adversários de Israel, considerando-o a maior ameaça. Após o ataque do Hamas em 2023, as tensões aumentaram na fronteira entre o Líbano e Israel, levando a confrontos intensificados. O Hezbollah, que possui um arsenal expandido e dezenas de milhares de combatentes, também está envolvido na proteção do regime sírio de Assad, participando do conflito na Síria.
Grupos Iraquianos e as Forças dos EUA
No Iraque, os grupos xiitas apoiados pelo Irã vêm crescendo em influência, especialmente após a invasão americana de 2003. Eles têm histórico de ataques a posições norte-americanas e, recentemente, realizaram tentativas frustradas de ataques com drones contra forças dos EUA. A presença militar iraniana no Iraque reflete uma estratégia de influência na região, especialmente após a luta contra o Estado Islâmico.
Implicações no Iémen e Águas do Golfo
No Iémen, o líder Houthi afirmou que o grupo responderia a possíveis intervenções americanas em Gaza. O Irã é visto como apoiador dos Houthis, que lutam contra uma coalizão liderada pela Arábia Saudita. Além disso, tensões nas águas do Golfo têm resultado em ataques a navios comerciais, levantando preocupações sobre a segurança na região. A Quinta Frota dos EUA é responsável pela proteção da navegação, e ações preventivas foram tomadas contra tentativas iranianas de apreensão de petroleiros.