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Blogueira “Boladona” divulga notícias falsas em apoio a políticos de sua preferência

Foto: divulgação

A reputada empresária Any Margareth Soares Affonso, responsável pelo consagrado portal Radar Amazônico e apelidada carinhosamente como “Boladona”, encontra-se em destaque devido às suas conexões com figuras políticas de grande influência, que são conhecidas por suas críticas contundentes a portais e blogs do Amazonas. Políticos do calibre de William Alemão, Rodrigo Guedes e Amom Mandel, sempre em busca de notoriedade para ascenderem politicamente, figuram frequentemente de maneira positiva nas páginas virtuais geridas por Boladona.

Particularmente notável é o caso do vereador William Alemão, que, apesar das acusações quanto ao uso do Cotão para cobrir gastos pessoais, como o aluguel do seu próprio carro, recebia tratamento favorável pelo Radar Amazônico através de matérias que ressaltavam suas visitas aos bairros de Manaus. Da mesma forma, denúncias envolvendo a empresa Mamute são notoriamente ignoradas pelo portal, especialmente quando mencionam a conexão de Rodrigo Guedes, vereador que parece manter laços familiares com a companhia.

Amom Mandel, por sua vez, emerge como o pré-candidato predileto de Boladona, que optou por não divulgar acusações de improbidade administrativa contra o jovem político, sob investigação do Ministério Público Federal em Brasília.

Sob a gestão de Any Margareth, o Radar Amazônico direciona suas denúncias para figuras políticas com as quais mantém estreitas relações. Um exemplo disso é a cobertura dada ao caso de Alejandro Valeiko, filho da primeira-dama de Manaus, Elizabeth Valeiko, envolvido em uma controvertida acusação de homicídio.

Outro ponto de discussão é o considerável financiamento recebido por Any Margareth durante os mandatos de Arthur Virgílio na Prefeitura de Manaus. Conforme revelado por documentos acessíveis no Portal da Transparência, a empresária acumulou, no total, a quantia impressionante de 3,9 milhões de reais ao longo dos dois períodos administrativos.

Adicionalmente, Margareth enfrenta acusações de assédio moral por parte dos jornalistas que compõem a equipe do Radar Amazônico. Segundo relatos, ela teria utilizado de gritos e injúrias contra esses profissionais, gerando um ambiente de trabalho hostil. Isso se soma às alegações de assédio político, visto que a empresária é criticada pela disseminação de notícias falsas contra aqueles que resistem às suas ofensas.

Além dessas controvérsias, Margareth já foi legalmente condenada e obrigada a publicar retratações dirigidas a personalidades como o senador Omar Aziz, que se recusou a patrocinar seu portal.

Ao defender-se de ataques pessoais, Marcelo Generoso, um respeitado empresário e jornalista, refutou as críticas de Margareth em uma transmissão ao vivo, onde ele destacou sua reputação de ser uma pessoa “gorda e feia”, como descrito pela empresária, mas reiterou sua confiança e cuidado pessoal, em contraste com as críticas dirigidas a ele por Margareth.

De maneira ilustrativa, essa discussão se estende em meio a acusações mútuas, reforçadas pela exposição pública em plataformas digitais e na mídia, culminando na displicência em relação à integridade jornalística e pessoal.

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