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Estamos quebrando os ossos e ainda tem mais: Netanyahu e Irã

Estamos quebrando os ossos e ainda tem mais: Netanyahu e Irã

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nessa segunda-feira (9) que o país está “quebrando os ossos” do regime iraniano e que novas ofensivas estão previstas para os próximos dias. Esta postura representa a determinação de Israel em desmantelar as estruturas de governo do Irã.

Netanyahu destacou que as operações militares que vêm sendo realizadas visam garantir que a população iraniana tenha a chance de se livrar do regime atual. A declaração foi feita durante uma visita ao Centro Nacional de Comando de Saúde.

Objetivos das ofensivas militares

Segundo o primeiro-ministro, a intenção é permitir uma mudança de regime em Teerã, afirmando: “Não há dúvida de que, por meio das ações tomadas até agora, estamos quebrando suas estruturas e ainda há mais por vir”. Esse enfoque revela a estratégia de Israel em focar na mudança política em um dos principais adversários da região.

Escala do conflito e suas consequências

Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, após um ataque que resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei, as tensões aumentaram significativamente. Enquanto Israel se concentra em desmantelar o sistema clerical iraniano, os Estados Unidos focam na destruição da capacidade de mísseis e do programa nuclear do Irã. Esta intensidade no conflito possibilita uma escalada com riscos para toda a região.

Reações internacionais e impacto econômico

A resposta do Irã foi rápida. A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou bloquear a exportação de petróleo pelo Estreito de Ormuz caso os ataques israelenses continuem. O presidente dos EUA, Donald Trump, também se manifestou, declarando que qualquer interrupção no fluxo global de energia resultará em retaliações “vinte vezes mais fortes” contra o Irã. Esse cenário já influencia os preços do petróleo, que oscila em torno de US$ 100, trazendo preocupação para a economia global.

Com a instabilidade se espalhando, países como o Bahrein enfrentam danos em suas infraestruturas energéticas, incluindo ataques à refinaria da Bapco, refletindo as consequências diretas do aumento da hostilidade na região.